sábado, 10 de dezembro de 2011

Projeto no Museu

Oi, pessoal. Estou anexando em nosso blog um arquivo pessoal que mostra um pouco da experiência que tive ao fazer um jogo de adivinhação com crianças do Ensino Fundamental, mostrando a elas cartões com desenhos dos acervos do Museu Histórico e do Café. Pelo fato dos desenhos representarem objetos antigos do acervo (carruagem, canhão, carro de boi, moedor de café, etc), o objetivo do jogo era testar o grau de reconhecimento desses objetos vistos por pessoas de outra geração. Muitas não conheciam  os objetos representados, de modo que foi necessário explicar de que se tratavam.

Eric Cevallos

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Projeto Pedagógico doCurso de História no Museu
O projeto foi realizado na escola municipal Dom Luis do Amaral Mousinho, no mês de maio com crianças dos 3º e 4º anos do ensino fundamental. Esse projeto visava mostrar aos alunos
a importância de um museu. Levamos varias peças, e fizemos uma exposição.Foi muito boa a interação entre os alunos, foi um sucesso.
Os participantes desse projeto foram os alunos do 3º história Uliana Lobo del Monte, Cristian Justino e eu Juliana Emilia Dominato.
Acho muito importante esse tipo de projeto para crianças.

Juliana  Emília Dominato




sábado, 3 de dezembro de 2011

UM ESTÁGIO EM MINHA VIDA: RUMO À PRÁTICA.



Após tantas horas de estágio, tantas aulas de Prática de Ensino, vejo que cada vez mais estamos nos aproximando do momento de exercer tudo que aprendemos. Creio que essa é a vontade da maioria dos estudantes do último ano do curso de História Barão de Mauá.
O que tenho a dizer, é que durante esses três anos eu realmente aprendi muito, com meus professores, com cada um de meus colegas de sala, e principalmente, com a realização dos estágios, que me fizeram ter mais certeza ainda do que eu quero para minha vida, diria até mesmo, da minha vocação: ser PROFESSOR, ensinar e aprender cada vez mais, com mais intensidade.
Após tanto estudo, só tenho a agradecer a todos que colaboraram para que não só minha formação, mas como a de todos meus colegas se concretizasse.
Obrigada! Turma de História, agora é nossa vez, rumo à prática !
Lenise Favarin Rissato

Sentimentos

Todos buscam este blog para escrever sobre suas experiências de estágios boas ou ruins, de como devemos agir ou deixar de agir, sobre os bons e maus exemplos que temos onde fazemos nossos estágios.
                E eu venho falar das minhas experiências no programa Escola da família, e do duplo sentimento em relação ao programa, que a meu ver é parecido em muitos dos universitários que nele participam. O seu lado ruim que é o fato de termos que passar nossos fins de semana na escola longe de nossas famílias e muitas vezes depois de uma semana exaustiva de trabalho e de estudos, tendo, muitas vezes que agüentar desaforos como todo emprego, muitas vezes fechando os olhos pra coisas que para nós deveriam ser diferentes para serem melhor aproveitadas pela comunidade.
                E essas situações, pelo menos pra mim, trazem sentimentos como cansaço, desmotivação e sensação de estar preza ao um sistema de aparências, onde a única coisa que importa é ter a faculdade paga, não que isso não seja importante. Mas para mim tem outro lado bom e que me despertou e confirmou que quero ser uma educadora: as crianças que demonstram um carinho enorme pela gente, um sorriso, um abraço que recebo por simples ações que para elas é muita coisa. Para mim o programa só existe por causa dessas crianças que apesar das grandes dificuldades nos oferecem a única coisa que têm, carinho e que somente nos pedem o retorno.
                Descobri com esta experiência que aprendo muito mais com minhas crianças do que ensino, e por ser meu ultimo ano no programa sei que sentirei muita falta delas, e com certeza os aspectos positivos irão ficar na minha memória.

                                                                                                             Fernanda Lucia Miranda
               

disseratação sobre o estágio


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Relato de uma experiência

 
"Estamos chegando ao fim de uma etapa importante em nossas vidas! Bem clichê, eu sei, mas não tem como não sentir o coração apertado com a saudade que já vem, mas também a sensação de dever cumprido! Durante este último ano, realizei os estágios de supervisão em duas escolas da rede estadual. Na última, foi onde descobri o que realmente eu quero fazer: dar aula, enfrentar uma sala de aula de 5ª série totalmente de ponta cabeça e transformá-la em uma sala mais disciplinada, me surpreender com um 3º ano de ensino médio... experiências que tocaram o coração! Lógico, nem tudo são flores, mas se alguém tem que dar aula, porque não eu!??
 Parabenizo aos colegas de sala pelas conquistas!!!!"
 Na foto apresentação de trabalho na 8ª série!
Mônica Coutinho
 
 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bulling: A questão do outro

Ultimamente o bulling vem sendo bastante abordado na mídia, cada vez mais desperta o interesse de profissionais na área de educação e saúde. Sabemos que não há uma tradução para o termo em português, porém ao pesquisar encontraremos essa significação: “conjunto de atitudes agressivas intencionais ou repetitivas direcionada a alguém, causando dor e sofrimento”.

Ao realizar meu estágio de observação, pude presenciar vários casos de bulling em sala de aula, principalmente no ensino fundamental. Ao mesmo tempo percebi a falta de atitude por parte de alguns professores ao lidar com uma situação dessas, o que para mim acaba por reforçar a repetição do ato.

Uma das primeiras ações contra o bulling está na aquisição de consciência da diferença e de respeito por esta. Pelo que vi diariamente nas escolas, penso que uma solução poderia começar pelos próprios professores, que precisam aprender a intervir do modo correto nessas situações, até mesmo através de projetos envolvendo o conceito de bulling, suas ocorrências e conseqüências, passando isso de um modo dinâmico e educativo para a sala de aula, em busca de mostrar e conscientizar o aluno de que há sim a diferença, mas que ela deve ser respeitada. O entendimento da questão do outro, o olhar para o outro, é assim que o bulling deve começar a ser intensamente combatido.

Lenise Rissato.





Micro aula


 Olá, Leila,
Gostaria de dizer que ontem tive uma experiência muito boa com a apresentação da minha micro aula. Acho que as micro aulas são muito importantes para a nossa formação como professores, pena que o tempo seja exíguo durante o ano para as apresentações.  Em vez de três  por aluno, deveriam ser pelo menos umas dez, pois com as mesmas conseguimos desenvolver o nosso processo didático.

Abraços Eder.



 

domingo, 25 de setembro de 2011

Pesquisas nos periódicos

Gostaria de dizer que foi muito bom fazer o trabalho do mural, apesar das divergências entre o grupo. No final, o resultado foi bom e todos ajudaram, pena que já estamos chegando na etapa final do nosso curso. Para mim foram três anos muito importantes em minha vida, aprendi muito, com os professores e meus colegas de sala.

Espero que todos gostem do nosso mural, pois o mesmo traz muitas reportagens interessantes.
Segue algumas fotos do trabalho.
Grato Eder.




quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A luta diária de um estagiário



Trabalho como estagiaria no museu do MARP, passando a maior parte do tempo na Casa da Cultura onde há duas galerias que são responsabilidades do MARP.
Todos os dias há monitoria com escolas que vão agendadas para ver a exposição que fica sob a responsabilidade de um monitor apenas.
Muitas pessoas falam que estágio não serve para nada, pensam que dar aula é restrito apenas a sala de aula, mas o trabalho de monitor é tão intenso quanto o de qualquer professor. Diariamente damos aula de História da Arte, e precisamos fazer elos com outras matérias. Por exemplo, atualmente na casa da cultura difundimos a  arte africana e, temos que falar sobre história da arte, isso tudo em um ambiente onde a criança esta mais propensa a se distrair.


Temos que receber as crianças (e para a casa da cultura é sempre Ensino Fundamental.), passar as regras, fazê-las se identificarem e confiarem na gente, passar todo o conteúdo e no fim nos despedirmos. Existem sempre obstáculos a contornar como, por exemplo, professores que fazem participações negativas fazendo comentários que deixam os alunos desconfortáveis para participar, os próprios alunos que não tem interesse ou não prestam atenção, alunos de necessidades especiais, o numero exagerado de alunos (às vezes juntam duas salas para a visita), barulhos que vem de fora, etc.


Como o MARP tem parceria com o governo recebemos varias escolas de Ribeirão (ex: Mousinho), mas também recebemos escolas de varias outras cidades, como Batatais, Serrana, São Carlos, São Simão, Franca, etc. E fazer os alunos prestarem atenção após a viagem é mais um obstáculo.


No fim é sempre compensador, quando os alunos mostram interesse e participam de forma positiva, pedem aos professores que os levem novamente até a exposição, nos abraçam e dão tchau da forma mais carinhosa possível. Cada escola que sai de lá são vários amigos a mais que ganhamos.


Apesar da correria e de todos os obstáculos torna-se extremamente prazeroso estar com eles. Acho que quem não se sente assim no final do dia, não se sente bem em estar com aquelas crianças, não deveria nem tentar ser professor, porque é com amor a profissão que passamos pelos obstáculos impostos. Dentro ou fora de uma escola.


Elisa Elias Cabete

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Um estágio...Várias vidas!

Olhares apreensivos, foi o que encontramos ao chegar à escola GTL e Lar da infância em Batatais, para dar início ao estágio do projeto museológico elaborado, por mim e Elisa Cabete.

Foram dias de preparo, pensamos e buscamos maneiras  divertidas de levar a história do Museu e sua importância para as crianças de Batatais.

Na véspera da apresentação, eis que vem a surpresa..nosso mapa tinha nos abandonado, literalmente. Passamos a madrugada inteira tentando desenhar a mão livre, um mapa Mundi que seria exposto. Para tentar substituir o que tínhamos em mente, trabalhamos horas pintando com lápis de cor e tinta guache. Confesso que pensamos que não iria dar certo, que as crianças achariam meio engraçado um mapa desenhado a mão..com medidas nada próximas do real.

Mesmo assim fomos dar início ao nosso estágio, ao chegar na sala de aula, tudo passou, tentamos brincar, explicando a história do Museu de um modo dinâmico. A primeira sala em que fomos nos mostrou que tudo ia dar certo exatamente pela simplicidade de nossos materiais..Uma sala de crianças especiais...e quando digo especiais, não digo apenas no sentido restrito empregado por parte da sociedade para nomear crianças diferentes, porém únicas, digo especial, pois realmente nos fizeram ver, que tudo feito com amor e dedicação, é ESPECIAL!!!

Só tenho a agradecer a estas crianças, e as oportunidades oferecidas pela escola GTL e Lar da Infância de Batatais..Fizemos um estágio...mas vimos várias vidas, cercada de algo muito mais do que ESPECIAL, o AMOR, a DEDICAÇÃO, a EDUCAÇÃO!

Lenise Rissato

Relato da experiência vivenciada pelo Eric

Lembro-me quando estava fazendo estágio em História sobre uma atividade feita na época. O estágio era em uma escola pública. A professora decidiu realizar algo totalmente diferente. Na verdade era um teatro, cujo objetivo era provocar reações nos alunos para que os mesmos sentissem a sensação de "estar na pele do outro". Um aluno fazia o papel de transeunte , e era 'assaltado'' por outros. Depois do assalto, esse aluno permanecia na sala, enquanto os ladrões haviam já ''desaparecido''. Em seguida, entrava um outro aluno para conversar com este primeiro. O aluno que se aproximava, perguntava ao primeiro como iam seus "negócios, fazendas, etc.". O primeiro aluno, fazendo o papel de ser muito rico antes do assalto, dizia então que havia perdido tudo. Naquele momento, o aluno que havia se aproximado dele "tão amigavelmente", lhe deu as costas, mostrando que a amizade entre os dois só duraria enquanto o outro tivesse dinheiro. Depois, a mesma cena se repetia, mas os papeis se invertiam. Tal atividade foi feita para mostrar como uma pessoa sente em sua pele o afastamento daqueles que são falsos amigos. A sensação ajudou a mostrar aos alunos como é desprezar, e como é ser desprezado unicamente por falta de dinheiro.A atividade me chamou fortemente a atenção na época, por ser algo incomum, e que permitisse dar aos alunos lições de vida.
17 de junho de 2011
Eric de Araujo Cevallos

Experiência da Mônica II

"Será realizada na escola uma campanha para conscientizar a respeito da importância da reciclagem de materiais: será feito uma atividade, onde todos os alunos e todas as disciplinas trabalharão juntas. Será feito um desfile de modas onde as roupas serão confeccionadas com material reciclado. Essa tarefa será feita na escola durante uma semana. Vamos esperar o resultado. O interessante é que os alunos demonstraram muito interesse e união, e outro dado importante é que será feita uma pesquisa e alguns alunos confeccionarão cartazes sobre a sustentabilidade e reciclagem para serem expostos por toda a escola. Durante os fins de semana, é possível ver vários cartazes feitos pelos alunos".
03/08/11

Mônica Coutinho

Experiência da aluna Mônica.

"Fiz estágio na escola onde participo como educadora universitária do Programa Escola da Família (Dom Alberto José Gonçalves), então ao chegar, vários alunos me reconheceram e vieram falar comigo. Perguntaram-me se daria aula para eles, alguns brincaram me dizendo que já me 'aguentavam' aos finais de semana agora também na escola. Acompanhei duas professoras, em dois 2º anos e um 3º ano. As aulas são muito simples, a professora demora a conseguir a atenção dos alunos, então ela perde muito tempo de aula. A aula em si é através do caderno do professor, os alunos não se envolvem. A outra professora realizou uma atividade prática com seus alunos, mas mesmo assim uma atividade que visa apenas a memorização. Vamos ver como serão as aulas dos outros professores!!"
Mônica Coutinho

domingo, 22 de maio de 2011

Observação de microaulas

Gostei muito de apresentar a micro aula. Foi uma experiência muito interessante, aprendi muito com ela. Quanto às minhas experiências com o estagio, ainda são muito poucas, pois ainda o estou iniciando, mas pelo que vi, nas duas escolas que estou fazendo, deu para ficar um pouco preocupado com a falta de vontade e responsabilidade dos alunos.
Os professores ate que tentam mas, aparentemente é difícil, quando estiver com mais experiências de estágio estarei relatando-os.
Seguem em anexo as fotos da micro aula.
Eder.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aqui estão vocês. Mais uma vez...




SEJAM BEM VINDOS!

Primeira Experiência.

Primeiro dia de estágio: terceiro ano do ensino médio em escola particular. Já há algum tempo, dentro do que a maturidade proporciona, minha visão do professor era de alguém extremamente generoso.
Generoso por estar sempre pronto a dizer alguma coisa ao aluno, responder a uma questão, solucionar um problema, ajudar, educar.
Iniciei meu estágio de observação hoje em uma escola particular bem conceituada na cidade.
O Professor, excelente por dois motivos: preparo e generosidade. Mesmo assim, o que vi foi uma triste cena que reunia alunos entre os 16 e 17anos que, teoricamente, têm uma boa base de ensino e se preparam para o vestibular ainda este ano, totalmente perdidos e incapazes de compreender um pensamento mais longo do que um minuto de fala do professor.
Depois de estudar tanto durante o curso de licenciatura, percebi que mesmo que tentemos muito, não poderemos, quando professores, formular uma frase sequer que tenha conteúdo um milímetro mais aprofundado ou conceitual. A realidade é bem mais dura do que me parecia... Penso como isso deve se passar em uma escola pública sem a menor infra-estrutura física e intelectual, deve ser uma imagem dantesca! Será que conseguiremos dar conta do recado? Espero que sim, pelo bem geral da educação no país! Boa sorte a todos nós e aos nossos futuros alunos!
(Ana Carla Vannucchi)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sejam bem vindos...

Novas tecnologias, novas possibilidades, novas abordagens, novas ideias, novos conceitos... NOVOS TEMPOS!!!!
Este espaço virtual é destinado ao registro das experiências em Prática de Ensino em História, no ensino fundamental e médio, dos alunos do curso de História do Centro Universitário Barão de Mauá. As postagens que serão inseridas correspondem às vivências dos nossos alunos. Por isso, sejam bem vindos ao Blog "um estágio em minha vida"!!!!!

Leila