sábado, 3 de dezembro de 2011

UM ESTÁGIO EM MINHA VIDA: RUMO À PRÁTICA.



Após tantas horas de estágio, tantas aulas de Prática de Ensino, vejo que cada vez mais estamos nos aproximando do momento de exercer tudo que aprendemos. Creio que essa é a vontade da maioria dos estudantes do último ano do curso de História Barão de Mauá.
O que tenho a dizer, é que durante esses três anos eu realmente aprendi muito, com meus professores, com cada um de meus colegas de sala, e principalmente, com a realização dos estágios, que me fizeram ter mais certeza ainda do que eu quero para minha vida, diria até mesmo, da minha vocação: ser PROFESSOR, ensinar e aprender cada vez mais, com mais intensidade.
Após tanto estudo, só tenho a agradecer a todos que colaboraram para que não só minha formação, mas como a de todos meus colegas se concretizasse.
Obrigada! Turma de História, agora é nossa vez, rumo à prática !
Lenise Favarin Rissato

Sentimentos

Todos buscam este blog para escrever sobre suas experiências de estágios boas ou ruins, de como devemos agir ou deixar de agir, sobre os bons e maus exemplos que temos onde fazemos nossos estágios.
                E eu venho falar das minhas experiências no programa Escola da família, e do duplo sentimento em relação ao programa, que a meu ver é parecido em muitos dos universitários que nele participam. O seu lado ruim que é o fato de termos que passar nossos fins de semana na escola longe de nossas famílias e muitas vezes depois de uma semana exaustiva de trabalho e de estudos, tendo, muitas vezes que agüentar desaforos como todo emprego, muitas vezes fechando os olhos pra coisas que para nós deveriam ser diferentes para serem melhor aproveitadas pela comunidade.
                E essas situações, pelo menos pra mim, trazem sentimentos como cansaço, desmotivação e sensação de estar preza ao um sistema de aparências, onde a única coisa que importa é ter a faculdade paga, não que isso não seja importante. Mas para mim tem outro lado bom e que me despertou e confirmou que quero ser uma educadora: as crianças que demonstram um carinho enorme pela gente, um sorriso, um abraço que recebo por simples ações que para elas é muita coisa. Para mim o programa só existe por causa dessas crianças que apesar das grandes dificuldades nos oferecem a única coisa que têm, carinho e que somente nos pedem o retorno.
                Descobri com esta experiência que aprendo muito mais com minhas crianças do que ensino, e por ser meu ultimo ano no programa sei que sentirei muita falta delas, e com certeza os aspectos positivos irão ficar na minha memória.

                                                                                                             Fernanda Lucia Miranda
               

disseratação sobre o estágio